Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A Força Sindical-RS divulgou nota, nesta quinta-feira (28), denunciando as tentativas de dividir a categoria comerciária sob o falso discurso de “liberdade sindical”.
De acordo com a entidade, o que se apresenta como liberdade é, na verdade, “libertinagem sindical”, usada como pretexto para enfraquecer sindicatos sérios e representativos.
O presidente da Força Sindical-RS, Clàudio Janta, afirma que o movimento sindical se construiu na unidade e na defesa da categoria.
Entretanto, setores oportunistas tentam impor a fragmentação como avanço. Na prática, a divisão significa fragilizar sindicatos e esfarelar conquistas históricas dos trabalhadores”, afirma o sindicalista em nota.
De acordo com Janta, a fragmentação enfraquece sindicatos comerciários e reduz a capacidade de negociação coletiva em setores estratégicos.
Além disso, a divisão aumenta a vulnerabilidade dos trabalhadores, expostos a entidades frágeis ou criadas apenas para legitimar interesses patronais.
O presidente alerta que também outras categorias ligadas ao comércio sofrem os impactos de uma representação fragmentada e de negociações desarticuladas.
O comércio brasileiro é um só. Separar trabalhadores que sempre caminharam juntos é um erro histórico e um crime contra a classe”, enfatiza Janta.
A Força Sindical-RS reafirma sua defesa intransigente da categoria comerciária como um corpo único, indivisível e essencial para a luta coletiva.
Dividir é fragilizar, e fragilizar abre caminho para retrocessos. Mexeu com os comerciários, mexeu com toda a Força Sindical-RS”, conclui Janta.
A Força Sindical-RS vem a público denunciar e repudiar as tentativas oportunistas de dividir a categoria comerciária sob o falso discurso de “liberdade sindical”. O que se apresenta como liberdade, na verdade, é libertinagem sindical: um pretexto para enfraquecer a representatividade dos trabalhadores e abrir espaço para interesses alheios à classe.
O movimento sindical se construiu na luta, na unidade e na defesa intransigente da categoria. Agora, setores oportunistas tentam impor a fragmentação como se fosse um avanço, quando, na prática, significa esfarelar conquistas, fragilizar sindicatos sérios e abrir caminho para sindicatos de gaveta, sem legitimidade e sem força de negociação.
Não se trata apenas de uma disputa de base:
Enfraquece os sindicatos comerciários, retirando parte essencial da categoria que atua em grandes operações logísticas;
Fragmenta a organização dos trabalhadores, criando divisões artificiais que só interessam ao patronato;
Diminui a capacidade de negociação coletiva, reduzindo a força e o alcance das pautas trabalhistas;
Aumenta a vulnerabilidade dos trabalhadores, expostos a sindicatos frágeis ou criados apenas para legitimar interesses externos;
Afeta também outras categorias ligadas ao comércio, que acabam sendo prejudicadas por uma representação fragmentada e por negociações desarticuladas.
A categoria comerciária é única, indivisível e historicamente organizada. Tentativas de fatiá-la não passam de manobras oportunistas que visam fragilizar a luta coletiva — e, ao fazê-lo, acabam desorganizando não apenas os comerciários, mas também outras categorias que se relacionam com este setor vital da economia.
O comércio brasileiro — seja no varejo, nas concessionárias, nas lojas, nos centros de distribuição e em todos os outros setores representados com legitimidade por sindicatos de comerciários — é um só. Separar trabalhadores que sempre caminharam juntos é um erro histórico e um verdadeiro crime contra a classe trabalhadora.
A Força Sindical-RS reafirma sua defesa intransigente da categoria comerciária como um corpo único e indivisível. Dividir é fragilizar, e fragilizar é abrir caminho para retrocessos.
Não aceitaremos que aventureiros promovam a desorganização da classe trabalhadora.
Mexeu com os comerciários, mexeu com toda a Força Sindical-RS!
Claudio Janta
Presidente da Força Sindical-RS
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.