Segundo o senador justifica, as contribuições são necessárias para o funcionamento e desenvolvimento das entidades e, sem esses recursos, a prestação de serviços que são importantantes para o trabalhador acabam sendo impedidos ou dificultados, inclusive aos não filiados a um sindicato, por isso o caráter compulsório.
O presidente da Força Sindical RS, Clàudio Janta, acredita que é necessário que o assunto seja debatido na Comissão que foi formada pelas centrais e que o Ministério Público e o Tribunal Superior do Trabalho chancelem o que for acordado. "O projeto deveria manter a contribuição e elencar a Taxa Negocial, para que o trabalho das centrais não saia prejudicado", destacou.
Ao final do seminário foram encaminhadas duas moções: Uma pelo fim do Fator Previdenciário e reajuste das aposentadorias e outra de perúdio ao uso da força e violência pela segurança pública gaúcha na desocupação do MST, na manhã desta sexta-feira (21), em Santo Ângelo. Uma comissão formada pelas Centrais Sindicais vai debater o tema de forma mais aprofundada e encaminhará sugestões ao Senado Federal.

A implementação de uma agenda de Trabalho Decente é um compromisso assumido pelo Governo brasileiro em 2003 com a OIT, em parceria com as organizações de empregadores e de trabalhadores. O Sindec foi pioneiro no país ao incluir no seu Acordo de Dissídio a promoção do Trabalho Decente.
SINDEC - Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre
Rua General Vitorino, 113 - Porto Alegre/RS
CEP: 90020-171 Fone: (51) 3254-5500