Segundo o secretário-geral da Central, João Carlos Gonçalves (Juruna), o reajuste segue o acordo feito entre as Centrais Sindicais e o governo, que estabelece que os reajustes do mínimo também devem levar em conta o crescimento do PIB.
?O aumento traz benefícios à população. É uma grande vantagem, pois isso melhora a condição econômica do País?, afirma Juruna, lembrando que o crescimento do poder aquisitivo dos brasileiros colaborou com a recuperação da economia frente à crise.
Para o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força, João Batista Inocentini, a mudança é fruto das lutas dos trabalhadores. ?Ainda é pouco, mas já melhora a vida. Cerca de 18 milhões de aposentados recebem o salário-mínimo e serão beneficiados?, diz.
Dieese - A Força Sindical considera, entretanto, que o valor do novo mínimo ainda está longe do ideal. Segundo estudo do Dieese, divulgado no último dia 6, para atender as necessidades básicas das famílias brasileiras o salário mínimo deveria ser de R$ 2.046,99.
Fonte: www.fsindical.org.br

A implementação de uma agenda de Trabalho Decente é um compromisso assumido pelo Governo brasileiro em 2003 com a OIT, em parceria com as organizações de empregadores e de trabalhadores. O Sindec foi pioneiro no país ao incluir no seu Acordo de Dissídio a promoção do Trabalho Decente.
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