O diretor executivo do Sindec Porto Alegre, Luis Carlos Barbosa destacou que o patrão ganhou quando os trabalhadores mostraram o caminho. ?Está na hora do patrão colocar a mão no bolso e reconhecer o trabalhador do comércio, que já livrou a empresa da crise?, disse.
Clàudio Janta, presidente da Central, destacou que os trabalhadores ajudaram os patrões a sair da crise. ?Temos certeza que foi através de políticas públicas defendidas pelas centrais sindicais como o aumento da salários mínimo, aumento para os aposentados que injetou milhões na economia deste país. Nunca na história deste pais nós saímos de uma crise tão rápido?, disse. Janta lembrou ainda que os patrões do comércio é a pior classe que tem, porque os trabalhadores cumprem até 50 horas, enquanto a indústria trabalha 40 horas. ?O maior beneficiário com a redução da jornada é o comerciário, assim como já foram na redução de 48 para 44 horas. Nós vamos dobrar a espinha dorsal dos gananciosos que só querem explorar os trabalhadores Unidos seremos fortes e alcançaremos o nosso objetivo? concluiu Janta.
O documento com as reivindicações foi entregue pelos presidentes do Sindec Canoas e da Força Sindical-RS ao presidente do Sindilojas, Itamar Tadeu Barboza da Silva, com o objetivo de apelar para dar rápido início às negociações.
?Queremos o que é justo para o trabalhador cumprir suas tarefas tranquilo. Esta é a melhor época do ano para o setor. Um aumento não vai quebrar a empresa? afirmou o presidente do Sindec Canoas, Antônio Fellini.
A caminhada tinha como objetivo apresentar a campanha salarial unificada e mobilizar trabalhadores e colegas do setor do comércio.
Confiram os vídeos da caminhada:

A implementação de uma agenda de Trabalho Decente é um compromisso assumido pelo Governo brasileiro em 2003 com a OIT, em parceria com as organizações de empregadores e de trabalhadores. O Sindec foi pioneiro no país ao incluir no seu Acordo de Dissídio a promoção do Trabalho Decente.
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