Com o slogan ?Patrão, o comerciário tá na rua, e a culpa é toda tua?, a caminhada chamou a atenção dos trabalhadores do setor pelo reajuste anual do salário do comerciário e alertou os lojistas para a luta da categoria.
?Se o patrão se negar a sentar na mesa das negociações, não vamos admitir essa falta de respeito?, disse o presidente da Força. ?Que ele seja sensível a quem foi parceiro e ajudou para que o comércio fosse o último setor a sentir a crise?, disse Janta.
O documento com as reivindicações foi entregue pelos presidentes do Sindec Canoas, Antônio Fellini, ao presidente do Sindilojas, Adival Rossato, com o objetivo de apelar para dar rápido início às negociações.
?Queremos o que é justo para o trabalhador, e esperamos sua boa vontade em fazer justiça?, afirmou Fellini.
Estavam presentes também representantes da Federação Intermunicipal de Sindicatos de Trabalhadores no Comércio de Bens e de Serviços (Fetracos) e Federação dos Vigilantes do Estado.

A implementação de uma agenda de Trabalho Decente é um compromisso assumido pelo Governo brasileiro em 2003 com a OIT, em parceria com as organizações de empregadores e de trabalhadores. O Sindec foi pioneiro no país ao incluir no seu Acordo de Dissídio a promoção do Trabalho Decente.
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